Quando não estamos bem emocionalmente, um ponto observável é a baixa auto-estima. Pois, a auto-estima acaba envolvendo a consciência que temos do nosso valor pessoal, que inclui acreditar, respeitar e confiar em si, como nos percebemos, reconhecemos nossos pontos favoráveis e os que necessitam de aprimoramentos.
A auto estima é a confiança e o respeito por sim mesmo.
Quando ela está em alta, o individuo tende a ser mais independente, seguro de suas capacidades e idéias, persistente no êxito de seus objetivos, tendo mais capacidade para solucionar as dificuldades que lhe aparece, tem interesse por novas metas pessoais e profissionais.
Mas, quando alguém avalia a sim mesmo de forma negativa, pode-se torna mais dependente ou submisso dos demais, sentindo-se com medo e inseguro. A baixa auto-estima se manifesta em pessoas que são inseguras, criticadas, indecisas, sempre buscando agradar os outros. Geralmente são pessoas com tendências a serem perfeccionista, sempre querendo estar no controle de tudo, sempre culpam o outro como o causador dos problemas,temem correr riscos, sempre enxergam as situações de forma negativa, preocupam-se demais com o julgamento dos outros, (o que vão dizer..pensar..)
As pessoas que são inseguras, normalmente não conseguem expressar os seus sentimentos, e isso acaba gerando um grande problema emocional. Costumo dizer que a autoconfiança é a reflexão da auto-estima, e ela é aprendida na infância. Quando se é criada em um ambiente com pouco afeto/amor/compreensão, é natural que a pessoa desenvolva um mecanismo de defesa, para lidar com seu sofrimento no momento. A auto estima abrange a avaliação subjetiva que temos de nos mesmo. É quando temos consciência dos nossos valores, princípios e o que queremos para nós.
Mas, quando alguém avalia a sim mesmo de forma negativa, pode-se torna mais dependente ou submisso dos demais, sentindo-se com medo e inseguro. A baixa auto-estima se manifesta em pessoas que são inseguras, criticadas, indecisas, sempre buscando agradar os outros. Geralmente são pessoas com tendências a serem perfeccionista, sempre querendo estar no controle de tudo, sempre culpam o outro como o causador dos problemas,temem correr riscos, sempre enxergam as situações de forma negativa, preocupam-se demais com o julgamento dos outros, (o que vão dizer..pensar..)
As pessoas que são inseguras, normalmente não conseguem expressar os seus sentimentos, e isso acaba gerando um grande problema emocional. Costumo dizer que a autoconfiança é a reflexão da auto-estima, e ela é aprendida na infância. Quando se é criada em um ambiente com pouco afeto/amor/compreensão, é natural que a pessoa desenvolva um mecanismo de defesa, para lidar com seu sofrimento no momento. A auto estima abrange a avaliação subjetiva que temos de nos mesmo. É quando temos consciência dos nossos valores, princípios e o que queremos para nós.
“Autoconfiança é a convicção que uma pessoa tem, de ser capaz de fazer ou realizar alguma coisa. O termo, que é típico da literatura terapêutica e de auto-ajuda, é muitas vezes usado como sinônimo de auto-estima e de auto-aceitação. Uma análise mais detalhada de seu uso mostra, no entanto, que autoconfiança refere-se sempre à competência pessoal, enquanto auto-estima é um termo mais amplo.” (Wikipédia.org)
Segue um texto que encontrei na internet, que acho interessante para reflexão:
Em um pequeno vilarejo vivia um professor, que de tão sábio, era sempre consultado pelas pessoas da região.
Uma manhã, um rapaz que fora seu aluno, vai até a casa dele para conversar e desabafar:
- Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa, que não tenho forças para fazer nada. Dizem-me que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?
O professor, sem olhá-lo, disse:
- Sinto muito meu jovem, mas não posso te ajudar, devo primeiro resolver o meu próprio problema. Talvez depois.
E fazendo uma pausa, falou:
- Se você me ajudasse, eu poderia resolver este problema com mais rapidez e depois talvez possa te ajudar.
- C...claro, professor, gaguejou o jovem, que se sentiu outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor. O professor tirou um anel que usava no dedo pequeno e deu ao garoto e disse:
- Monte no cavalo e vá até o mercado. Devo vender esse anel porque
tenho que pagar uma dívida. É preciso que obtenhas pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vá e volte com a moeda o mais rápido possível.
O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel. Quando o jovem mencionava uma moeda de ouro, alguns riam, outros saíam sem ao menos olhar para ele, mas só um velhinho foi amável a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel. Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.
Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação e seu professor e assim podendo receber ajuda e conselhos. Entrou na casa e disse:
- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir 2 ou 3 moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.
- Importante o que disse, meu jovem, contestou sorridente o mestre. - Devemos saber primeiro o valor do anel. Volte a montar no cavalo e vá até o joalheiro. Quem melhor para saber o valor exato do anel? Diga que quer vendê-lo e pergunte quanto ele te dá por ele. Mas não importa o quanto ele te ofereça, não o venda. Volte aqui com meu anel.
O jovem foi até o joalheiro e lhe deu o anel para examinar. O joalheiro examinou-o com uma lupa, pesou-o e disse:
- Diga ao seu professor, se ele quiser vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.
O jovem, surpreso, exclamou:
- 58 MOEDAS DE OURO!!!
- Sim, replicou o joalheiro, eu sei que com tempo poderia oferecer cerca de 70 moedas , mas se a venda é urgente...
O jovem correu emocionado para a casa do professor para contar o que ocorreu.
- Sente-se, disse o professor, e depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, disse:
- Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. E que só pode ser avaliada por um expert. Pensava que qualquer um podia descobrir o seu verdadeiro valor???
E dizendo isso voltou a colocar o anel no dedo.
- Todos somos como esta jóia. Valiosos e únicos e andamos pelos mercados da vida pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem.
Você deve acreditar em si mesmo sempre!"
"Ninguém pode fazê-lo sentir-se inferior sem o seu consentimento"
(Autor desconhecido)
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