Amigos, o texto abaixo foi retirado do livro: As Leis da Doença Mental e Emocional, de Neuróticos Anônimos, não generalizando é uma leitura que pode nos levar a uma boa reflexão.
DOENÇA MENTAL E EMOCIONAL:A BIRRA GLORIFICADA SUICÍDIO: O SUPREMO ACESSO DE BIRRA
DOENÇA MENTAL E EMOCIONAL:A BIRRA GLORIFICADA SUICÍDIO: O SUPREMO ACESSO DE BIRRA
Já declaramos anteriormente que a causa da doença mental e emocional é o egoísmo inato que a pessoa não aprendeu a superar, è unicamente por causa do egoísmo que ela não consegue ajustar-se ao mundo e se condena à frustração, uma vez que seus desejos não podem ser sempre satisfeitos. E é por causa do egoísmo que ela acha o mundo hostil e nada agradável. Sabemos que isso é verdade porque já estivemos doentes e conseguimos recuperar-nos.
Pudemos então refletir sobre o assunto e descobrir a causa real da doença.A pessoa mental e emocionalmente doente preocupa-se apenas consigo mesma e com a influencia que as outras pessoas apenas consigo mesma e com a influencia que as outras pessoas e os acontecimentos possam ter sobre elas. Insiste em obter tudo o que seja de sua vontade e fazer com que as outras pessoas sempre lhe satisfaçam os desejos. É então inevitável que se sinta frustrada, porque exigências impossíveis como essas não podem mesmo ser satisfeitas.
Quando não consegue o que quer impondo sua própria vontade, ela passa a reagir , e muitas são as formas de reação. Recorre por exemplo, a diversos mecanismos de fuga que se exteriorizam como sintomas da doença: retraimento, depressão, atribuição de culpa a outras pessoas, mau humor, alheamento, hostilidade, e toda a gama de manifestações peculiares à doença mental e emocional.Esses mecanismos de fuga a pessoa egoísta os aprende, e muito bem, no período de infância. Na idade adulta, eles nada mais são do que formas ampliadas da BIRRA infantil. Não há absolutamente nenhuma diferença entre os acessos de birra de uma criança , teimando para ganhar uma bola ou uma boneca, e a birra de um adulto que quer a todo custo um emprego diferente, um carro novo , uma outra casa , etc. Em ambas as situações, a pessoa se preocupa, unicamente consigo mesma e com os seus próprios desejos.Quando esses desejos não são satisfeitos, ela fica mal humorada ou então recorre a outros sintomas da doença mental e emocional.Éramos peritos no uso destes sintomas para tentar impor a nossa própria vontade.
Passamos os primeiros 30, 40,50 ou mais anos de nossas vidas usando e aperfeiçoando essa técnica. Temos certeza disso porque, estando agora recuperados, podemos compreender o que se passava conosco. Pensávamos como muitas pessoas ainda pensam, inclusive profissionais, que éramos vitimas inocentes da doença mental e emocional, atingidos, que havíamos sido por esta enfermidade, e que devíamos, portanto ser lamentados e protegidos. Isso, porém não é verdade, pois FOMOS NÓS MESMOS OS CAUSADORES OS AUTORES DA NOSSA PRÓPRIA DOENÇA. ESTAVAMOS, ISTO SIM, FAZENDO BIRRA EM ALTO GRAU, BIRRA ESSA QUE SABÍAMOS FAZER MUITO BEM.Se há uma coisa de que não temos nenhuma duvida é que, como pessoas doentes, nós nos valíamos de todos os recursos de que dispúnhamos para procurar impor a nossa própria vontade. Procurávamos, por exemplo, ser agradáveis e, se não desse certo, mostrávamos- nos hostis; e se a hostilidade mesma forma não desse certo ficávamos então deprimidos. A depressão geralmente nos ajudava a fazer com que a nossa vontade prevalecesse. É um recurso de fato espetacular. As pessoas normais quase sempre se deixavam levar e impressionar acabando cedendo. Entretanto, se por alguma surpreendente circunstância elas não se deixassem levar pelas nossas depressões, então desmaiávamos, tínhamos câimbras, náuseas,etc..Podíamos ainda ficar pálidos, coisa que se mostrava extremamente eficaz, para dobrar a mais forte, a mais determinada pessoa normal.
Não se esgotava aí a nossa "sacola de truques". Podíamos ir ainda mais longe se fosse preciso, como, por exemplo, do que acontece com muita gente, entrar nas chamadas "psicoses". Éramos capazes de ficar sentados ou de pé, horas a fio, num estado de transe - o estado catatônico. E havia naturalmente o suicídio ou a tentativa de suicídio, recurso esse que, mais do que tudo, sem dúvida sempre atrai atenção para a pessoa egoísta.
Temos plena certeza do que estamos falando. Alguns companheiros nossos anteriormente diagnosticados como psicóticos, porém livres agora da doença mental e emocional por se terem recuperado, também nos contam que se valia de recurso de "pessoas doentes" com um único propósito: fazer prevalecer sua própria vontade. Devemos salientar, entretanto, que não tínhamos consciência de que estávamos usando esses recursos, embora fosse exatamente isso o que fazíamos.
Foi preciso que nos déssemos conta desse fato para que pudéssemos recuperar-nos. E agora estamos recuperados, podemos dizer com toda a segurança que se trata de uma verdade o que estamos dizendo.Tomando por base nossa própria experiência e a experiência de muitas pessoas mais, agora também recuperadas, afirmamos categoricamente que, QUANDO ENCONTRÁVAMOS MENTAL E EMCIONALMENTE DOENTES, ESTAVAMOS NA VERDADE FAZENDO BIRRA EM ALTO GRAU, E QUE, QUANDO TENTAVAMOS O SUCIDIO, COMO FIZEMOS MUITAS VEZES, ESTAVAMO-NOS ENTREGANDO AO SUPREMO ACESSO DE BIRRA.Não existe nenhum mistério em relação à doença mental e emocional e ao suicídio, que nada mais são do que manifestações de birra, porem ampliadas e levadas ao extremo. Como não podia deixar de ser, o suicídio é o supremo acesso de birra, desatino esse que algumas pessoas chegam mesmo a cometer.Quando o egoísmo ainda nos dominava e estávamos, portanto, mental e emocionalmente doentes, costumávamos rebelar-nos quando não conseguíamos que nossa vontade prevalecesse. Nossa rebelião era total. Ficávamos enraivecidos com as pessoas, com os acontecimentos, com as coisas e até mesmo com Deus, o mundo e a própria vida. Se a frustração persistisse, púnhamo-nos então a pensar, em completo desafio e rebelião:"Isso eu não vou tolerar, não vou aceitar mesmo, prefiro deixar de viver".Tentávamos assim desertar da vida.O autor deste artigo chegou a tentar o suicídio cinco vezes antes de atingir a idade de 21 anos, podendo por isso afirmar categoricamente que o fez em estado de desafio e revolta. Outras pessoas que também tentaram o suicídio dizem a mesma coisa quando se recuperam,
Não resta dúvida de que desafio e revolta são na verdade acessos de birra.Podemos concluir, portanto que a cura da doença mental e emocional e das tendências suicidas consiste em a pessoa deixar de ser egoísta, tornar-se capaz de amar e recuperar-se, aprendendo assim a aceitar o que não pode ser modificado, a dar e receber, a não se julgar tão importante quanto pensava que fosse, e a reconhecer que impor a própria vontade não é, de forma nenhuma, o objetivo da vida.
Como já foi dito, na maioria das vezes o individuo não tem consciência da doença, e que sozinho é difícil obter êxito. Com certeza exigirá um grande esforço, ajuda psicoterápica e em alguns casos medicamentosa. Acredito que desta forma a pessoa que está passando por este sofrimento terá uma resposta positiva quanto ao tratamento.
MUito bom, estou passando pelo tratamento e sei que as coisas quando nao davam certo, eu me apunhalava mesmo. Ai parece que dava valor somente ao que nao dava certo, que significa mais e me fazia temer a próxima oportunidade, necessidade da vida.
ResponderExcluirConcordo com a birra e com a sensação de que acabamos nos jogando na tristeza, dor, por conta disso: nada parece dar certo e vvaia cumulando. quando se ve, o carro nao foi mais trocado, pois qdo trocou teve desrespeito de ambos oas lados, a casa foi comprada e nao entregaram, contas acumulavam e eu nao sabia de nada por pura confiança de em quem sabia lidar com a facilidade da internet.
Hj, sem nada na vida e com mta coisa, resisto a tentar amar, mas tbem nao tem niguém ainda e preciso me curar desse egoismo primeiro.egoismo meu que era pra tentar respirar com algum recurso financeiro, mas nao tinha como... entao, eu complicava demais, infelizmente.
espero me recuperar, concordando em quase tudo com seu texto. procede mesmo, até nesse meu caso.