Quando os sintomas aparecem a primeira coisa que se percebe no jovem é uma mudança no comportamento habitual, ou aumentar algum tipo de comportamento que já existiam.
Os sintomas da esquizofrenia se encaixam em três categorias gerais:
Sintomas positivos, que são pensamentos e percepções diferentes como alucinações, delírios e desordens no pensamento e movimento.
Sintomas negativos, que representam a perda ou diminuição na capacidade de iniciar planos, falar, expressar emoções ou encontrar prazer na vida cotidiana. Esses sintomas são difíceis de reconhecer como parte da esquizofrenia e podem ser confundidos por preguiça ou depressão.
Sintomas cognitivos, que são problemas com: atenção, certos tipos de memória e funções de execução que nos permite planejar e organizar. Perdas cognitivas também podem ser difíceis de reconhecer como parte da esquizofrenia, porém são os mais incapacitantes para levar um vida normal.
Na adolescência esses sintomas são comuns, dificultando o diagnóstico. Os pais tendem a interpretar essas manifestações como uma crise de adolescente. Até mesmo os especialistas podem ter dificuldades em identificar o tipo de distúrbio no inicio: e preciso acompanhar a evolução do quadro com muita atenção. Normalmente as "crises" de adolescentes não são persistentes, duram uma semana, duas no máximo. No caso da esquizofrenia, essas caracteristicas são duradouras e tendem a se intensificar.
Os surtos psicóticos acontecem em uma fase mais aguda da doença, quando aparecem os chamados sintomas positivos. Os mais comuns são delírios e alucinações, normalmente auditivas,e não visuais. Os chamados sintomas negativos normalmente são notados entre as crises. São os embotamentos afetivo, a apatia e o isolamento social e os déficits cognitivos.
Quando tratados os surtos duram em média duas ou três semanas. É imprescendivel continuar o tratamento depois da crise porque os remédios evitam que outras venham ocorrer. Quando o pessoa não faz o tratamento a cada surto tende a ficar com mais sequelas mentais. O inicio desta doença é lenta, gradual, fazendo com que a pessoa demore a procurar um médico, e muitas vezes esse período da doença não tratada, pode comprometer a recuperação.
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